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Fica aqui o link de uma notícia atualizada sobre a produção de uma vacina.
Serão boas notícias?

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1448985/vacina-conseguiu-neutralizar-a-covid-19-em-ratos-serao-boas-noticias
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O Presidente da República justificou esta noite de quinta-feira a decisão de renovar o estado de emergência. "Temos vindo a reduzir o aumento percentual de novos casos. Ganhámos a primeira fase e teremos de ganhar a segunda".

No dia em que o estado de emergência nacional foi renovado por mais 15 dias, até 17 de abril, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a dizer aos portugueses as razões para apertar mais as medidas de contenção nesta segunda fase de pandemia de covid-19, a mais crítica e depois de, como disse, "termos ganho a primeira" fase. Da sua decisão, que foi apoiada pelo governo e pelo Parlamento, destacou um novo caderno de encargos, com particular destaque para o de travar as deslocações nesta época de Páscoa. "Assegurar que por razões de cansaço nesta Páscoa, não colocarmos uns anos de vida e na saúde de todos por uns dias de férias, para dentro, de fora e para fora".

Tal como António Costa já tinha feito, ao apresentar as medidas suportadas pelo decreto do estado de emergência, o Presidente da República apelou aos emigrantes portugueses, aos "compatriotas que quiserem vir para que compreendam as nossas restrições e para que repensem se podem, adiar essa vinda a Portugal". Frisou que a experiência noutros países demonstrou que visitas à família e deslocações custaram 30 a 50 dias de epidemia

O principal foco destes novos quinze dias de restrições passa ainda, segundo as palavras de Marcelo, pela proteção "reforçada" dos grupos de risco, nas casas, nos lares e dos que não têm abrigo. O que poderá fazer toda a diferença no "sucesso da segunda fase" de combate à expansão do novo coronavírus. Igualmente para prevenir que se alastre aos estabelecimentos prisionais, num conjunto de medidas que serão tomadas em conjunto pelo governo, Assembleia da República, poder judicial e pelo próprio Presidente que tem o poder de indulto. E abrir a porta para a definição dos cenários para o próximo ano letivo, que serão anunciados pelo governo no dia 9 de abril.

"Só ganhamos abril senão facilitarmos", garantiu o Presidente, lembrando que a epidemia passará por quatro fases e que só ganharemos a batalha "se não baixarmos a guarda". Admitiu que irá custar ver o número de casos subir, e muitos irão subir, até dia 17, até porque os testes estão a aumentar. "Tem sido e continuará a ser uma mudança radical, que pode valer milhares de vidas salvas".
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Portugal registrou nesta terça-feira 20 mortes a mais em decorrência da infecção pelo novo coronavírus, elevando o total no país para 160, ao mesmo tempo em que o número de pessoas afetadas chega a 7.443.

Na comparação ao boletim divulgado ontem pelo governo local, o número de mortos subiu 14,3%. Já o de infectados subiu pouco mais de 1 mil, em apenas um dia.

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Empresas - Geral / Dá para se prevenir do coronavírus por meio da alimentação?
« Última mensagem por Lucas em Abril 02, 2020, 09:34:30  »
Apesar do que dizem algumas fake news por aí, não existe alimento ou nutriente milagroso que evite ou trate a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. “A imunidade é formada por um conjunto de fatores que atuam contra diferentes doenças, vírus e bactérias. Não podemos elencar um único alimento ou uma vitamina para resolver um problema de saúde”, aponta o infectologista Hélio Bacha, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, à Agência Einstein.

Por outro lado, uma dieta balanceada como um todo ajuda o organismo a se manter preparado contra invasores. “Se o indivíduo se alimentar corretamente, seu sistema imunológico estará competente, independentemente do tipo de infecção”, informa a nutricionista Deise Cristina Caramico, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, em entrevista à SAÚDE.

Deise conta que temos de investir em fontes de todos os nutrientes, porém destaca alguns que dão uma força especial. “Eles favorecem os glóbulos brancos, que são as nossas células de defesa”, complementa.

Proteínas: alimentos de origem animal (carne vermelha e branca, leite, ovos) e leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico). “Recomendo comer leguminosas junto com cereais, como arroz e milho, para que um complemente o outro”, ensina Deise. Essa mistura fornece aminoácidos de ótima qualidade.
Zinco: carnes de todos os tipos, principalmente a vermelha, derivados de animais e frutos do mar.
Magnésio: leguminosas, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas) e verduras folhosas.
Selênio: a principal fonte é a castanha do Pará ou do Brasil.

Vitamina A: está presente em fontes de gordura (queijo, gema do ovo) e em vegetais de coloração alaranjada, como manga, mamão e cenoura.
Vitamina C: o micronutriente mais famoso quando citamos imunidade é ofertado por frutas cítricas (laranja, mexerica, maracujá, limão, abacaxi).
Complexo B: “É composto por várias vitaminas disponíveis em todos os grupos. Então é necessário ingerir um pouco de cada”, raciocina a profissional. Lembrando que a B12 é encontrada apenas naqueles de origem animal. Por isso, os veganos precisam considerar suplementos, com orientação profissional.

O papel da microbiota intestinal
Os prebióticos e probióticos também têm sua importância nessa história. Além de fortalecer a imunidade, eles estimulam sua atuação.

Os probióticos são micro-organismos que colonizam nosso intestino e promovem diferentes benefícios — eles fazem parte da composição de iogurtes e leites fermentados. Já os prebióticos são, digamos, a comida dos micro-organismos que integram a microbiota. Estamos falando das fibras da cebola, da aveia e por aí vai.

E os suplementos alimentares?
Na época de gripe, a procura nas farmácias por suplementos de vitaminas, principalmente da C, costuma aumentar. É possível que o mesmo aconteça na pandemia atual.

A professora explica que só é necessário lançar mão desses produtos caso haja diagnóstico de algum nutriente em falta. “Se a alimentação de uma pessoa é balanceada, ela já recebe esses elementos nas quantidades suficientes para manter a boa performance do sistema imune”, assegura.

A recomendação para quem não tem um cardápio bacana é, em um primeiro momento, mudar esse comportamento. “Agora, se não resolver, ela poderá usar suplementos”, conclui Deise. E, mais uma vez, sempre sob orientação profissional.
https://saude.abril.com.br/alimentacao/prevenir-coronavirus-alimentacao/
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Há vacina? / Australianos iniciam testes de possíveis vacinas contra o coronavírus
« Última mensagem por Lucas em Abril 02, 2020, 09:24:43  »
Cientistas estão analisando duas candidatas em ensaios de laboratório
A Organização Mundial da Saúde liberou o teste em animais para duas candidatas a vacinas no combate do novo coronavírus: uma fabricada pela Universidade de Oxford e outra pela Inovio Pharmaceutical. Agora, a Agência Nacional de Ciências da Austrália (CSIRO) vai analisar se elas funcionam e são seguras para os seres humanos.

Os primeiros testes já aconteceram nos Estados Unidos, no entanto, foram feitos diretamente em humanos, excluindo a etapa testada em animais. Vale lembrar que cada país possui uma regulamentação diferente sobre essa prática.


A agência iniciou seus testes em furões, que comprovadamente também contraem o novo coronavírus. A fórmula desenvolvida pela Universidade de Oxford é de uma vacina de vetor, que usa um vírus sem habilidade de se replicar para introduzir as proteínas do coronavírus no sistema imunológico do paciente e induzir uma resposta.

“Normalmente, são necessários de um a dois anos para chegar a esse ponto e, de fato, reduzimos isso para um período de alguns meses”, disse Rob Grenfell, da CSIRO. Segundo destacou, foi preciso cooperação global para atingir o estágio atual.

Reprodução

Já a vacina sugerida pela Inovio Pharmaceutical foi projetada para codificar certas proteínas do Sars-Cov-2 no sistema imunológico, fazendo com que as células do corpo se protejam antes de ser afetado por ela. “É muito importante adotar uma abordagem multifacetada para isso para ter a melhor chance de sucesso”, afirmou Trevor Drew, diretor do Laboratório de Saúde Animal da Austrália, onde ocorrem os testes.

Segundo os cientistas, os primeiros resultados podem ser revelados em junho. Se bem-sucedidas, as vacinas podem passar para fase de ensaios clínicos, o que pode acelerar o processo. Porém, é esperado que demore pelo menos 18 meses para que as vacinas sejam aprovadas pelos padrões e testes regulatórios.

Apesar da espera, Grenfell afirma que está otimista em relação ao sucesso das vacinas. “Está é uma verdadeira colaboração entre os setores acadêmico, público e também privado para, de fato, alcançar sucesso neste momento”, declarou.
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Há vacina? / Vacina contra covid-19 está perto de ser testada em humanos em Israel
« Última mensagem por Lucas em Abril 02, 2020, 09:19:54  »
Uma equipe de cientistas israelenses disse que está a poucos dias de completar a produção de uma vacina oral para o novo coronavírus. A expectativa é que o teste em humanos comece no dia 1º de junho. Em entrevista ao jornal "The Jerusalem Post", o doutor Chen Katz, líder do grupo de biotecnologia Migal, disse que o componente ativo da vacina ficará pronto em pouco tempo....

"Nós estamos nos estágios finais e em poucos dias nós teremos as proteínas - componente ativo", contou. Os pesquisadores passaram os últimos quatro anos desenvolvendo uma vacina para o vírus da bronquite infecciosa (IBV), que causa uma doença brônquica que afeta aves. A eficácia da vacina foi comprovada em ensaios pré-clínicos realizados no Instituto Veterinário. O combate ao coronavírus seria uma adaptação da pesquisa. Um estudo feito em galinhas mostra que o vírus tem características genéticas similares ao covid-19. Os pesquisadores agora tentam completar a vacina em até três semanas e, se os resultados forem positivos, é possível que ela chegue ao mercado em 90 dias

 Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/04/02/vacina-contra-covid-19-esta-perto-de-ser-testada-em-humanos-em-israel.htm?cmpid=copiaecola
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Há vacina? / Entenda por que a vacina contra covid-19 ainda não foi produzida
« Última mensagem por Lucas em Abril 02, 2020, 09:17:50  »
Enquanto a OMS (Organização Mundial de Saúde) confirmava mais de meio milhão de infectados e 20 mil mortos pelo novo coronavírus, as previsões mais otimistas para a conclusão da fabricação das vacinas indicavam apenas para meados de 2021.

Por que, num cenário de pandemia e preocupação generalizada, sua distribuição pode demorar mais de um ano? E quais são as etapas do processo de criação de uma vacina? Para Renato Mancini Astray, pesquisador científico de vacinas virais do Instituto Butantan, em São Paulo, o prazo dado foi razoável.

“São necessários alguns anos [para se concluir a fabricação de uma vacina]. Normalmente, mais de cinco”, diz Astray. O cientista explica que é possível separar estas etapas em três processos principais: descoberta, desenvolvimento e testes clínicos.

Entenda as etapas de fabricação da vacina

Na descoberta, segundo o cientista, são testados diversos antígenos (substâncias para produção de anticorpos), parte que confere a imunidade ao agente viral. Nessa etapa, se inclui a forma como esse antígeno poderá ser produzido, como ele poderá ser formulado e qual a sua quantidade ideal. O teste mais determinante desta fase, como explica Astray, “é a prova de conceito, na qual se demonstra que animais de laboratório uma vez imunizados com a preparação tornam-se imunes ao patógeno (causador da doença) relacionado”.

Veja também: Farmacêutica dos EUA pode lançar vacina contra coronavírus em 2021

A fase de desenvolvimento se dá quando o protótipo vacinal é estudado com a intenção de se criar um produto a partir dele. São abordados, durante a etapa, aspectos como a produtividade, pureza final e estabilidade da vacina em diferentes condições. O passo importante desta fase é o TPP (Target Product Profile, em inglês), que indica e descreve qual será o público alvo do produto, suas características desejáveis e sua estratégia de administração, entre outras coisas.

Ao chegar à fase de testes clínicos o protótipo já tem características próprias de um potencial produto. Ela se divide em três etapas finais: demonstrar ausência de toxicidade; mostra imunogenicidade (potencial de uma medicação em provocar estas respostas imunes); demonstrar eficiência.

Segundo o cientista, são muitos os cuidados ao longo destes processos, “desde o cuidado escolher uma forma viável de produzir a vacina para os testes, significando uma preparação segura e economicamente viável, até cuidados com a toxicidade e efetividade da preparação”.

Quais burocracias fabricadores devem cumprir

Existem, ainda, alguns trâmites burocráticos ao longo do processo de criação, fabricação e distribuição de uma vacina. Renato Astray explica que há uma legislação específica e revisada com frequência pela Anvisa, além da necessidade de se produzir a vacina em condições de Boas Práticas de Fabricação (Inmetro), o que, de acordo com ele, “exige investimentos altos para a construção de uma fábrica de vacinas”.

Veja também: Dos EUA à China, os países prontos para testar vacinas contra a covid-19


A Anvisa afirma que sua regra para a fabricação de vacinas é “basicamente a mesma dos países que são referência em medicamentos e vacina no mundo”. Após os produtos estarem prontos, a agência faz a análise dos dados da vacina para validar suas informações de segurança e eficácia.

Em nota, a Anvisa assegurou que os produtos e insumos voltados para o combate à covid-19 tem recebido prioridade total de análise pela agência.

Busca pela vacina contra a covid-19

Para se chegar a uma vacina contra o novo coronavírus, explica Astray, é preciso entender a imunologia relacionada à infecção por coronavírus. Em um primeiro momento, segundo ele, os estudos se baseiam no que se sabe sobre outras versões do coronavírus que causaram epidemias, como o SARS e o MERS.

Em seguida, deve ser feita uma preparação precisa para mostrar a eficiência em testes em animais, seguindo para os testes em humanos. Por fim, conclui, “a construção de estrutura produtiva e aprovação por agências reguladoras”.

Na busca pela vacina contra a covid-19, institutos e indústrias de diversos países aceleraram suas pesquisas e encurtaram os prazos para a fabricação de uma vacina para entre 12 a 18 meses.

Veja também: Como Brasil e o mundo avançam em busca da cura ao coronavírus

Entretanto, uma nova previsão animou aqueles que esperam pela chegada mais breve das vacinas: na última segunda-feira (30), a Johnson & Johnson anunciou que cofinanciará, ao lado da Barda (Biomedical Advanced Research and Development Authority), agência dos Estados Unidos, uma vacina que poderá estar pronta ao início de 2021.

Também nos EUA, o KPWHRI (Kaiser Permanente Washington Health Research Institute) foi a primeira organização a realizar pesquisas por uma vacina contra o vírus. Os trabalhos em Seattle são financiados pelo NIH (National Institutes of Health). Na Alemanha, o laboratório Pfizer e a startup BioNTech trabalham juntos em busca do antídoto.

A China provavelmente terá mais de uma pesquisa por vacinas contra a covid-19. Anunciada pelo governo chinês, a Academia Militar de Pesquisa Médica, ligada à Academia Militar de Ciências, lidera um dos estudos, e, a partir de abril, outras instituições iniciarão trabalhos em busca de uma vacina.

No Brasil, pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) lideram uma pesquisa por vacinas feitas por meio de partículas artificiais parecidas com o novo coronavírus. Ainda não há, porém, previsão para a conclusão dos trabalhos. Entretanto, os cientistas esperam que a vacina já seja testada em animais nos próximos meses.

https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/entenda-por-que-a-vacina-contra-covid-19-ainda-nao-foi-produzida-02042020
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É possível se contaminar por meio de aperto de mãos? / Como se transmite ?
« Última mensagem por Ana Santos em Abril 02, 2020, 07:05:26  »
 O covid 19 é possível ser transmitido por qualquer tipo de contacto próximo (abraços,beijos).
Também é possível ser transmitido através do contacto com superfícies ou qualquer tipo de objetos contaminados.
Derivado a isso a importância de lavar constantemente aos mãos, pois ajuda como medida preventiva.
 
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Apesar de haver um relato no Japão de um homem que teria sido reinfectado, a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) disse que "como se trata de um novo vírus, e sobre o qual ainda aprendemos mais todos os dias, no momento, não podemos dizer com certeza absoluta que uma pessoa infectada com o vírus não pode se infectar novamente." Uma opinião semelhante é defendida pelo virologista espanhol Luis Enjuanes, que afirma haver "uma porcentagem de pacientes, de pelo menos 14%, que, depois de terem testado negativo, retornaram ao positivo". No entanto, o pesquisador do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), a principal instituição de pesquisas científicas da Espanha, disse que esses casos podem estar ligados a uma "recuperação" do vírus, em vez de uma nova infecção.
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Coronavírus tem cura? / Tratamento? Cura?
« Última mensagem por TIINS em Abril 02, 2020, 06:16:19  »
Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do novo coronavírus, é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo: uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos). uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse. Caso você tenha sintomas e eles progredirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento. Todos os pacientes devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispneia (falta de ar)
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